O mundo corporativo é a arte de distribuir os micos para outras pessoas.

Ganhei do meu amigo Marcos Melo uma coletânea de artigos clássicos da Harvard Business Review.

Entre os artigos, “Management Time: Who´s got the Monkey?”, sobre administração e gerenciamento de tempo, de William Oncken e Donald Wass, de 1974.

Eles descrevem as tarefas que os profissionais recebem como “macacos” (mas “micos” é mais engraçado), que eles agora devem cuidar. São como micos invisíveis, que sobem nas costas da pessoa.

Cada um tem o seu número de micos, porém ocorre uma redistribuição desses na vida real. Alguns despacham os seus micos para todo mundo — o que os torna de ninguém, e assim o mico morre. Outros passam os micos para algum outro companheiro, horizontalmente, e alguns devolvem o mico para o seu chefe, seja por falta de autoridade para resolver o problema, seja por falta de habilidade ou interesse — “olha, aquele trabalho precisa de aprovação de tal pessoa…”

Algumas dicas:

- Ou o mico deve ser alimentado ou deve ser tirado da frente. O pior de tudo é o mico fantasma, eternamente pendurado nas costas

- Definir claramente quais são os micos, quantos são e quem são os responsáveis

- Quem ficar com o mico deve ter autoridade e competência para resolvê-lo

- Não assumir os micos dos outros

Outros links:

Originally published at https://ideiasesquecidas.com on April 8, 2020.

Project Manager on Analytics and Innovation. “Samurai of Analytics”. Passionate about Combinatorial Optimization, Philosophy and Quantum Computing.

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